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Mais de 75% das empresas familiares fecham as portas após serem sucedidas por herdeiros

Mais de 75% das empresas familiares fecham as portas após serem sucedidas por herdeiros. Esse percentual, segundo o advogado e consultor do Instituto Euvaldo Lodi (IEL-ES), José Eduardo Coelho, poderia ser totalmente diferente se houvesse a cultura do planejamento sucessório familiar.

Segundo o palestrante, que apresentou o tema “Empresa Familiar: a importância e as ferramentas para o planejamento sucessório”, no auditório do Ciclo do Conhecimento, no terceiro dia da Acaps Trade Show, 90% das empresas do País são familiares, sendo responsáveis por mais da metade do Produto Interno Bruto (PIB) e empregando mais de 75% da mão de obra no Brasil.

“Esse tema sempre foi tabu. A força da empresa familiar é impressionante. Não é uma empresa de segunda categoria, muito pelo contrário. Hoje, 44% das empresas familiares brasileiras não têm plano de sucessão e não se preocupam com o que acontecerá no futuro após o afastamento do fundador, e isso é um problema”. 

Ainda segundo José Eduardo, 72,4% das empresas não apresentam uma sucessão definida para cargos-chave como diretoria e presidência. “Com o planejamento sucessório, é possível garantir a continuidade do negócio, evitar conflito entre herdeiros e reduzir os custos da sucessão. Mas não basta preparar o sucessor, fazer com que ele conheça toda a empresa. Tem que pensar em como a vontade sucessória do fundador será materializada. É preciso dispor de instrumentos legais para isso”, afirmou.

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