A entidade aponta os principais vetores que vão sustentar o consumo
Diante da consolidação de um patamar elevado de consumo nos dois últimos anos, a Abras projeta avanço de 3,2% no consumo das famílias em 2026, sustentado principalmente por estímulos relevantes à renda, embora condicionado por um ambiente financeiro ainda restritivo. Entre os principais vetores que vão sustentar o consumo, a Abras aponta:
- Ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil — e a redução do imposto devido para contribuintes com rendimentos entre R$ 5.000 e R$ 7.350 — medida que deve beneficiar cerca de 16 milhões de pessoas.
- O reajuste do salário-mínimo para R$ 1.621, com ganho real de 6,79% em relação ao piso de 2025, com impacto a partir de fevereiro.
- Os programas de transferência de renda que reforçam o orçamento das famílias de menor renda: Bolsa Família (R$ 158,63 bilhões), Pé-de-Meia (R$ 11,47 bilhões) e Gás para Todos (R$ 4,7 bilhões).
Fonte: Revista SuperHiper, edição de fevereiro de 2026.