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Engajamento e eficiência como cultura corporativa

Por Marcelo Xavier

 

Head de cafeterias do Sonae, rede varejista portuguesa, Nuno Almeida mostrou como lidou com a crise que acometeu a Europa, mais intensamente, no início desta década

 

 

O executivo do Sonae Nuno Almeida

 

A segunda atração do primeiro dia de palestras (13), ainda pela manhã, foi o head de cafeterias do Sonae, Nuno Almeida, que mostrou como a rede de varejo portuguesa, líder do mercado de autosserviço e maior empregador do país, lidou com a crise que acometeu a Europa, mais intensamente, no início desta década.

 

Para se adequar ao cenário, à época, a empresa investiu mais de 100 milhões de euros em inovação e na busca incessante pela eficiência, o que envolveu novas tecnologias da informação, como redes sociais e outras ferramentas digitais, que foram muito importantes para engajar seus funcionários.

 

O executivo do Sonae ainda citou, com destaque, a adoção, pela empresa, do sistema Kaizen, metodologia japonesa baseada no princípio do aprimoramento constante, que permite reduzir custos e aumentar produtividade. Segundo ele, o kaizen criou valor para o negócio, tem reduzido, permanentemente, desperdícios e contribuído para tornar os processos mais ágeis e fluidos.

 

A exemplo das ações com recursos digitais, o kaizen, afirma Almeida, tem cumprindo importante papel, também, para o engajamento dos funcionários e, consequentemente, para aumento de produtividade e melhores resultados.

 

 

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