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Entidades do setor buscam melhorar a competitividade das PMEs no País com padronização e mais tecnologia
São Paulo - Em um esforço para tentar deixar os micro e pequenos varejistas mais competitivos, a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) anunciou uma parceria com a Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil com a meta de capacitar até 500 varejistas.
O termo foi assinado ontem pelo presidente da GS1 Brasil, João Carlos de Oliveira, e pelo líder da CNDL, Honório Pinheiro. "Nosso objetivo é capacitar as empresas para a competitividade no mercado com soluções de tecnologia que aprimoram os processos de gestão e possibilitam novas formas de comercialização no grande varejo", explica Oliveira, presidente da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil.
Na visão de Pinheiro, o objetivo da parceira é fortalecer o setor varejista no Brasil, e uma estratégia foi unir as forças das entidades para capacitar supermercados, minimercados, segmento de confecções e calçados, com tecnologias de automação.
A estratégia vem em linha com a mais recente ferramenta lançada pela Totvs e pela Bematech, que fornece ferramentas de automação com foco no micro varejista, como publicado na última semana pelo DCI.
O programa
Intitulado "Projeto Automação do Varejo", as entidades visam estimular a automação de 500 empresas durante um ano. Considerando a logística de gerenciamento do programa, cada estado contemplado deverá apresentar um mínimo de 10 empresas e um máximo de 100 empresas para participação no projeto. A CNDL ficará responsável pela seleção das empresas em todas as regiões do País. Já a GS1 focará o gerenciamento de cadeias de abastecimento com o intuito de padronizar e identificar os produtos, o que possibilita uma linguagem única de comunicação desde a produção ao abastecimento das gôndolas do varejo. Segundo Oliveira, a união beneficiará toda a cadeia de abastecimento, principalmente as PMEs. "Temos a convicção de que, mesmo em momentos de crise, a automação por meio da utilização dos padrões GS1 pode melhorar os nossos negócios, a começar pela redução de custos e processos, que geram ganhos de produtividade", conclui.
Fonte: DCI