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O faturamento do comércio eletrônico paulista chegou a seu pior nível no terceiro trimestre de 2016, segundo levantamento da FecomercioSP e da E-bit. A retração da receita foi de 4,6% nos 12 meses até setembro do ano passado.


"A maior parte dos produtos vendidos virtualmente são supérfluos, que acabam cortados em um momento de crise", diz a economista da federação Julia Ximenes.


O volume de operações teve uma alta de 1,4% no terceiro trimestre de 2016, na comparação com igual período do ano anterior. O tíquete médio das compras, porém, caiu 7,9% no período. O desempenho nacional, diz ela, segue uma tendência semelhante. O Estado de São Paulo representa 46% da receita com as vendas no país.




Fonte: Folha de São Paulo

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