STJ – Tribunal realizará audiência pública sobre advertência de glúten em embalagens de alimentos
O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Ricardo Villas Bôas Cueva designou para o dia 23 de setembro, às 14h, a realização de au...
O prematuro rebaixamento da classificação de risco brasileiro, anunciado pela agência Standard & Poor’s na quarta-feira 9, derrubou as ações. No entanto, algumas empresas subiram com a notícia, entre elas a JBS. O fato de 84% do faturamento do frigorífico ser denominado em dólares animou os investidores, que já contabilizam ganhos mais gordos tendo em vista os prognósticos de novas depreciações do real. A internacionalização da empresa, que tem muitos negócios nos Estados Unidos, também foi um fator que sustentou a alta dos papéis.
O rebaixamento da classificação de risco do Brasil foi seguido por uma baixa da nota de 17 empresas abertas, das quais 14 foram rebaixadas para o investimento especulativo. Dez companhias, porém, nomes como Ambev, Cielo, Ultrapar e Vale, conseguiram manter o grau de investimento, preservando uma classificação de risco acima da nota da República. Os prognósticos para a bolsa são ruins. Apesar de a queda no primeiro pregão ter sido pequena, as companhias brasileiras deverão ter dificuldade para captar recursos no mercado internacional.
Veículo: Revista Isto É Dinheiro