Fraude à execução fiscal requer intimação prévia do terceiro adquirente, diz STJ
Mesmo em casos tributários, o reconhecimento da fraude à execução quando o devedor aliena ativos que poderiam ser usados para o pagamento...
A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), caiu 2,4% em setembro sobre agosto. Na comparação com igual mês do ano passado, a retração foi de 34,5%. Esse foi o oitavo mês consecutivo de queda no índice, que segue na zona negativa - abaixo de 100 pontos -, indicando percepção de insatisfação com a situação atual. Todos os quesitos apurados no ICF seguem nos menores valores da série histórica, iniciada em 2010.
Segundo a CNC, nem mesmo a desaceleração da inflação em agosto, que ficou, de acordo com dados do IBGE, em 0,22%, ante 0,62% de julho, animou as famílias a retomar as compras.
O quesito que mede o plano de compra de bens duráveis é o que registra o menor nível da ICF, com 52,5 pontos, e quedas de 3,4% na comparação mensal e de 51,8% sobre um ano antes. 70% das famílias, ante 66% em agosto, consideram o momento atual desfavorável para compra de duráveis. "O elevado custo do crédito e o alto nível de dívida seguem como motivos do enfraquecimento na intenção de compras a prazo", diz a CNC.
Veículo: Jornal DCI