Fraude à execução fiscal requer intimação prévia do terceiro adquirente, diz STJ
Mesmo em casos tributários, o reconhecimento da fraude à execução quando o devedor aliena ativos que poderiam ser usados para o pagamento...
Investidores ainda reagem a comentários do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, sobre o uso de reservas, e também esperam leilões do BC e do Tesouro
O dólar comercial abriu em forte queda nesta sexta-feira, 25, e renova mínimas após bater a marca histórica de R$ 4,24 na véspera. Ontem, entretanto, a moeda fechou em baixa de 2,15% em uma sessão marcada por forte volatilidade.
Às 9h25, a moeda recuava 3,88%, cotada a R$ 3,889, após abrir as negociações a R$ 3,919 (queda de 3,14%) e bater a mínima de R$ 3,885 (baixa de 3,98%) ainda nos primeiros minutos da sessão.
Os investidores ainda reagem a comentários do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, que afirmou que o órgão pode usar as reservas do País para conter a escalada do dólar.
A cotação da divisa também é influenciada pelos leilões programados pelo BC e pelo Tesouro Nacional, em uma iniciativa conjunta. As instituições programaram para hoje um total de cinco leilões, sendo três no mercado de câmbio e dois de títulos, desautorizando especulações nos dois mercados. No caso do Tesouro, há leilões de títulos programados até a próxima semana.
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, também reforçou a sinalização ao mercado da atuação do BC contra a escalada do dólar. Na noite desta quinta-feira, 24, o ministro afirmou que a venda das reservas internacionais é uma "possibilidade", mas quem decide sobre a questão é o BC.
No sentido contrário, pesam dados da terceira leitura do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos, que cresceu à taxa anualizada de 3,9% no segundo trimestre, acima do previsto por analistas. O dado reforça a hipótese do aumento da taxa de juros no país - entre zero e 0,25% ao ano desde 2008 - ainda este ano.
Também na noite de ontem, a presidente do Federal Reserve (Fed, o Banco Central americano), Janet Yellen, afirmou que o reajuste - que aumentaria a rentabilidade de títulos americanos, considerados investimentos mais seguros - depende das condições da economia americana.
Veículo: Jornal O Estado de S.Paulo