Fraude à execução fiscal requer intimação prévia do terceiro adquirente, diz STJ
Mesmo em casos tributários, o reconhecimento da fraude à execução quando o devedor aliena ativos que poderiam ser usados para o pagamento...
São Paulo - Consumidores brasileiros adotaram um pouco mais de cautela na hora de gastar no mês passado. Dados divulgados ontem pelo Serasa Experian mostram que o índice que mede a atividade do comércio no País ficou estagnado em setembro em relação a agosto, na série ajustada.
Na comparação com setembro de 2014, o movimento de consumidores nas lojas caiu 2,6% e subiu 1,4% no acumulado de 2015 até o nono mês do ano. No entanto, a entidade pondera que a alta é a pior em 12 anos.
De acordo com a Serasa, entre os motivos para o desempenho ruim, estão o crescimento do desemprego, a queda da massa real de rendimentos, a confiança baixa, taxa de juros elevada, além do crédito caro e escasso, fatores que estão inibindo a intenção de compra dos consumidores.
Maiores quedas
Os segmentos mais afetados em setembro, de acordo com o balanço, foram os de veículos, motos e peças, com registro de queda de 1,9%; tecidos, vestuário, calçados e acessórios, com declínio de 1,5%; material de construção, que mostrou retração de 0,4%; e supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas (-0,3%).
Os únicos setores do varejo que apresentaram resultado positivo, relata a entidade, foram as atividades de móveis, eletroeletrônicos e equipamentos de informática (0,6%) e o de combustíveis e lubrificantes (0,3%).
Veículo: Jornal DCI