Fraude à execução fiscal requer intimação prévia do terceiro adquirente, diz STJ
Mesmo em casos tributários, o reconhecimento da fraude à execução quando o devedor aliena ativos que poderiam ser usados para o pagamento...
São Paulo - O brasileiro pretende gastar 43% menos com presentes de Dia da Criança neste ano, disse o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) ontem.
Em média, os entrevistados pretendem comprar dois presentes e gastar em torno de R$ 160, segundo o levantamento, ante aos R$ 280,48 verificados em 2014.
Do total de entrevistados, 41,2% disseram que pretendem gastar menos com presentes no Dia da Criança neste ano. A maioria, no entanto, garante que vai comprar algum presente para filhos (57,2%), sobrinhos (22,4%) e/ou netos (17,4%). "Tal resultado pouco animador é reflexo direto da situação econômica. Com o avanço da inflação e piora nos indicadores de emprego, o brasileiro se depara com menos renda disponível", diz o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.
"Isso resulta em gastos mais modestos ao longo de 2015, seja pela necessidade de se ajustarem a um orçamento mais apertado, seja por estarem temerosos de que a crise ainda se estenda por mais tempo", completou ele em nota.
Endividamento
Segundo a pesquisa, o endividamento é apontado como a principal razão para a diminuição dos gastos no Dia da Criança. Outros motivos relatados foram a inflação e a instabilidade econômica, e a necessidade de economizar.
Na lista de preferência, as bonecas e bonecos lideram as intenções de compra entre 34,7% dos entrevistados. Logo após, aparecem as roupas (32,7%); aviões e carrinhos de brinquedo (18,3%) e jogos educativos (18,3%); O local de compra que mais se destacou foi o shopping center, citado por 48,9% dos compradores. Em segundo lugar, aparecem as lojas de rua ou de bairro (29,6%), seguidas pela internet ou lojas virtuais (15,9%).
Com relação à forma de pagamento, os consumidores apontaram preferência pelo dinheiro (49,5%). A segunda maneira mais citada foi o cartão de crédito parcelado (22,2%). Dentre os que irão parcelar, três ou quatro vezes são as opções mais usuais.
Veículo: Jornal DCI