Devedor revel não pode alegar prescrição anterior à sentença, decide TJ-SP
Se o réu em uma ação de cobrança não indica a prescrição da sua dívida na fase de conhecimento, ele não pode alegar essa...
As vendas de material escolar no varejo no Estado de São Paulo não devem ter um bom desempenho em 2016. Neste ano, o aumento previsto é de até 5%, o que sinaliza um resultado abaixo do observado no mesmo período do ano passado, em que o estado teve alta de 6% nas vendas.
Mesmo com a demanda tradicional provocada pelo início das aulas, as vendas de material escolar no varejo sofrerão os efeitos da queda de consumo e ainda o impacto da menor demanda por parte dos alunos de escolas públicas, que recebem o material gratuitamente do governo do estado. Os dados fazem parte de uma pesquisa da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo, a FCDLESP.
Segundo o presidente da entidade, Mauricio Stainoff, com este cenário de recessão, para manter as vendas, as papelarias apostam em promoções e condições especiais de pagamento.
"Mesmo com as estratégias, sabemos que não teremos recorde de vendas. Considerando ainda que as escolas públicas fornecem o material escolar, as lojas só podem contar com as escolas particulares", afirmou o executivo, em comunicado.
Na cidade de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, a projeção é mais positiva da Grande São Paulo. "Estamos otimistas e acreditamos num acrescimento de 3% em relação às vendas do ano passado", diz o presidente da CDL da cidade, Marcello Alexandre.
Interior
Em Sorocaba, a expectativa de crescimento se mantém em 3% e segue em linha com o ano passado. Em São José do Rio Preto, a previsão é manter a estabilidade de 2015.
"Os números apontam estagnação. Esperamos crescimento de pelo menos 5%", comunicou o presidente da CDL de São José do Rio Preto, Ronaldo José Reis. Ele lembra ainda que, mesmo com 5%, o índice fica abaixo de 2015, quando a cidade atingiu uma alta de 10%.
Já em Barretos, a expectativa é que a ressaca das festas e os encargos do começo de 2016 segurem as vendas. "Assim como 2015, esse ano será difícil. Acreditamos numa migração de alunos de escola particular para a pública, o que prejudica a venda de material escolar", diz o presidente CDL de Barretos, André Luis Peroni Ângelo, lembrando que será um período em que a meta é vender em linha com o ano passado.
Veículo: Jornal DCI